segunda-feira, 10 de julho de 2017

Filmes de Junho

Mês que eu quase não vi filmes.

Mulher Maravilha(2017)

Muito bom, é a DC acertando no cinema.

Um filme bastante esquecido da Sessão da Tarde, Billie Jean quer justiça para seu irmão e acaba virando uma bandida adolescente pop star. 


Filme menor original do Netflix cheio de referências aos seriados antigos e com a coisa toda da confusão ator e personagem, bastante divertido, mas sem pretensões.

Um filme família com Robin Willians, legalzinho. 



Filme indie de época cheio de referências e sobre um garoto ganhando um campeonato de ping pong, totalmente despretensioso e cheio de referências, excelente trilha sonora.

|John Wick 2 (2017)
Exagero e matança, como o primeiro, e como deve ser. 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Lembra do Benji?




Higgins, muito mais conhecido no Brasil pelo nome de seu personagem: Benji.

Higgims foi achado em um abrigo de animais por Frank Inn, um treinador de animais para shows e filmes, na década de 1960 em Burbank. Higgins era um prodígio, ele atuou por 14 anos em Hollywood e era capaz de aprender um truque novo toda semana e lembrá-lo por anos. Sua capacidade de transmitir emoções com seus movimentos de olhos e cabeço garantiriam a ele o status de ser um dos cães mais lembrados de Hollywood.

Foi em seu último papel que ele chegou ao estrelato, em Benji (1974) ele ficou conhecido. A grande ironia aqui é que seu nome nem aparece nos créditos do filme. Agora, você já deve ter feito algumas contas de cabeça e percebeu que as datas não batem né. Você puxa da memória e percebe que assistiu pelo menos uns 3 filmes com o Benji, incluindo um seriado de um menino que veio do espaço e é defendido por um cachorro, certo? Ai você pensa que cães não vivem tanto tempo assim, e que aquele Benji dos outros filmes não era o Higgins.
Desculpe destruir a sua infância agora, mas suas contas estão certas, quando você, como eu, assistiu Benji, e suas continuações nos anos 80, Higgins já estava mortinho. Ele nasceu em 12 de dezembro de 1957 e faleceu em 11 de novembro de 1975. Higgins participou também da série A Família Buscapé e fez mais de 150 episódios de Petticoat Junction.
O outro cão, que todos nós achávamos que era o mesmo, foi Benjean, Era na verdade uma fêmea e fez todos os filmes depois de Benji e inclusive a série Benji, Zax & the Alien Prince. O último filme de Benjean foi Benji Desafia a Selva em 1987.
Agora que já te lembrei de um cachorro que provavelmente te fez querer ter um igualzinho só pra estragar sua infância, fique com algumas cenas de Higgins e Benjean:



sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sense8 e uma galera descobrindo como as séries são


E isso incluiu o Sense8 e seu abrupto cancelamento. Segundo essa lógica era uma série de esquerda, pró LGBT e tal, por isso Netflix virou uma corporação malvada cis hétero conservadora e qualquer outra coisa assim. Existe todo um lance auto-importância e tal, mas muito já foi dito sobre isso, incluindo esse ótimo texto do Cardoso.

Meu ponto é outro, é gente que nunca acompanhou série e agora está descobrindo como é. E isso foi a Netflix quem fez isso, ela popularizou o conceito de acompanhar uma série. A galera até assistia um monte de séries e tal, mas faziam isso sem lá muito controle, quando você tem ali um excelente controle de episódios e temporadas de algo que sai tudo duma vez, essa galera que assistia na TV de vez em quando, passou a ver regularmente e entendeu algumas coisas, mas uma boa parte dela assumiu como novidade o que já existe desde I Love Lucy.

E não foi só com Sense8 que isso aconteceu.

Quando Stranger Things saiu foi um furor, alguns diziam que era a série mais perfeita já feita, que tinha continuidade e se deslumbraram com o saudosismo. Realmente é uma excelente série, o saudosismo ali é um pouquinho didático demais, mas é bem passável. Gostei muito, mas não é tão novidade assim, mas pra quem chegou agora é. Ai começa a briga, quem é velho nessa vida de séries e nerdices virou a cara pra Stranger Things pelo hype e ficou uma discussão idiota por semanas no Twitter e no Facebook.

Depois veio Black Mirror, formato que já existe desde 1959 com The Twilight Zone, mas eu entendo, pra quem nunca tinha visto episódios fechados de ficção científica como metáfora se deslumbrou. É uma boa série, só não é tudo isso. Mas aconteceu de novo, briga com gente defendendo e atacando a série, e nessa, como já entra um certo clima político nos episódios, já rolou um direita e esquerda.

E chegamos ao Sense8, cancelada por custar uma fortuna por episódio e ter uma audiência baixíssima. Eu gostei muito da primeira temporada, e ainda estou atrasado pra segunda, odeie o especial de natal por ter praticamente zero relevância. Mas entendo, séries vem sendo canceladas desde que existem séries e histórias sem final são o padrão, não a  exceção. Mas pra quem começou ontem a ver séries parece o fim do mundo, mas a vida é assim.

A imagem de abertura é de Capitão Power e os Soldados do Futuro, série do Michael Straczynski, o cara que não é nunca lembrado quando falam de Sense8, e Capitão Power foi cancelada sem um final, em 1988, minha primeira decepção com uma série sem final.

PS; Acho que Sense8 fracassou pelo fato de ninguém conseguir escrever os nomes dos criadores da série sem olhar no Google, cacete, Straczynski e Wachowski, tenha dó né.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Respondendo Abril e Maio.



Acabei de perceber que não fiz um post das respostas de Abril.

Ótimo post, é meio esquisito ver as patricinhas de hoje em dia usando a camisa do capitão América. Nada contra, the war os over. em Itens consumíveis que eu teria na minha coleção
redincubus em 08/04/2017
Sim, usam a camiseta, mas sempre existe um nível abaixo, mais um pouco de interesse que se dá pra cavar. Acho legal isso, tem espaço pra todo mundo na cultura pop. 
 Discordo veementemente. As lapiseiras 1.6 de garras expostas eram as melhores já inventadas. Gostaria muito de encontrar uma novamente. em Lapiseira 1,6
Anônimo 09/04/2017
Mesmo achando que elas são quase tão ruins como TV com vídeo cassete integrado eu também gostaria de comprar. Se um dia eu achar escreverei um post a respeito.

Descobrindo depois de 20 anos qual era a dessa série então...implante de memória? rs. Meio parecido com o final de Abre los ojos (Vanilla sky) que passou na mesma época. em Um Homem Sem Passado
Unknown em 13/04/2017

Sabe que na minha memória Abre Los Ojos e Vanilla Sky tinham sido bem depois, mas não, você tem razão, são separadas por pouco tempo

Ah, misturado com Vingador do futuro, vale dizer. em Um Homem Sem Passado
Unknown em 13/04/2017

Desse assunto eu entendo :), segue as recomendações: - Sword of the Valiant (sobre a lenda o cavaleiro verde e o sir gawain; - Dragonslayer (da disney, passa longe das tosqueiras, mas tem ate a mudança de classe do d&d); - Excalibur (outro que passa longe da tosqueira, mas a forma sombria como conta essa lenda tão batida sempre me fascinou. P.s. é baseado no livro cavaleiros da távola redonda, por milagre traduzido pro nosso idioma); - The Beastmaster (esse sim é tão ruim que vale a pena assistir todas as continuações); - Conquest do fulci, otima tosqueira, não dá para esperar mais de um cara acostumado a fazer filme de terror italiano.; - Fire and Ice, ótima animação, passa longe da tosqueira; - Krull; - Barbarian Queen (tosco e muita mulher pelada); - Red Sonja (primo pobre do conan); Detalhe que teve um kickstarter para financiar um novo filme do Hawk, mas não alcançou a meta. The Sword and the Sorcerer era muito bom, cancei de adaptar a espada tripla pras minhas mesas de rpg. em Uma maratona de filmes de gosto duvidoso
redincubus em 17/04/2017

Cara, temos gostos parecidos, já vi mais alguns desde o dia do post, acabei de ver mais um agora, mas vou revelar só depois num post falando de todos. Uma boa lista de recomendações ai, só não conhecia dois, já anotei pra ver. Valeu. 

Quais que você não conhecia?
redincubus em 17/04/2017

Sword of the Valiant e Conquest do fulci

As armas do Conquest também foram muito adaptadas pra minha mesa. Já o sword of valiant assisti por acaso quando tinha 12 anos nas madrugadas de insonia no multishow, só depois fui saber que se tratava de uma lenda do rei arthur. em Uma maratona de filmes de gosto duvidoso. 
redincubus 18/04/2017
Armas que sempre adaptei pra minhas sessões de RPG foram essa ai da foto do Hawk, a do Diário de um Vampiro (do filme, nada a ver com a série) e do Crepúsculo de aço com a faca escondida.

detalhe que o cara era especialista em linux ou apple, algo assim, e programou inicialmente pra essas plataformas. A vida é um acaso. em A Culpa é do Wes Cherrys
redincubus 18/04/2017
e hoje faz cidra 

Essa é uma das estórias tristes de Hollywood. :/ Sobre o aspirante a atriz, pode-se dizer que tem muitos aspirantes escrevendo texto por ai. :D em Lana Clarckson 
redincubus  20/04/2017
é, Hollywood é tenebroso debaixo da fachada luminosa

Esse falhou no teste de CON. Ótimo post. em Como o Dave Arneson quase morreu no Brasil. 
redincubus  04/05/2017
obrigado, escreverei mais sobre RPG em breve.

Sim tb ja achei serie completa no Youtube, acho q eu ate compartilhei por ai. Tb achei legendas, mas aviso tao incompletas e tem umas q da problema na hora de sincronizar com o video. PS: Eu pus link do meu perfil do Disqus, se possivel me mandar notificação por lá, pois deu problema pra entrar pelo registro do Wordpress e google. se puder usar Disqus como plataforma de comentarios (é melhor e tem mais recursos q esse padrão aqui do Google blogspot) é melhor pra seguir e erecerb notificação de mensagens. em Um Homem Sem Passado
RPG em 04/05/2017

Opa! Duas novidades nesse post para assistir. Fogo que o genero costuma saturar pelos clichês intermináveis, quando assisto um de S&S logo em seguida vejo um de space opera ou terror pra não saturar. P.s. Sempre achei genial o fato de um sintetizador salvar o dia no filme do he-man. em O resultado da maratona de filmes de fantasia.
redincubus  17/05/2017
Quais dois? E de certa maneira foi legal assistir tanto assim seguido, comecei a reparar em detalhes do gênero que acho que se visse com um intervalo de tempo maior não teria visto. Ainda escreverei mais sobre essa maratona.

The Archer: Fugitive from the Empire (1981) e Gandahar (1988). Merece uma maratona vol. II, quando recuperar a fadiga. em O resultado da maratona de filmes de fantasia.
redincubus  17/05/2017
Ainda terá, mas acho que antes farei uma maratona de ficção científica dos anos 50 e 60.

Bacana seu post, xará... acho que vc está falando da propaganda do tênis marca "AS"... lembro que o Ed Motta falava e no final ele dizia AaaaSsssss;... em comerciais de tênis dos anos 80 e 90
Rogerio Placido em 21/05/2017
Cara, muito obrigado duas vezes, pelo elogio e por lembrar a marca do tênis. 

Lembro não, jamais esqueci. 1994 e 1995, era meu refri predileto e bem lembro o gosto, que não tem nada da Cherry americana e que hoje está, apesar de timidamente, por aqui de novo. A americana tem de fato gosto de cereja, a nossa brasileira dos 90 tinha um sabor delicadamente, quase imperceptível, de algo como uma baunilhinha pouco doce e com um quê levemente fresh, mentolado, não sei, era estranhamente deliciosa. Era bem parecida com a Coca normal mas com aquele x...Saudades eternas! em Cherry Coke
Li em 04/06/2017
também tenho saudades, mas não lembrava tanto assim do gosto. Sempre rolava uma briga nos jogos de RPG nessa época, alguns (incluindo eu) queriam levar Cherry Coke e outros odiavam. 

Pequenas botas de pele de lobo E cigarros de cravo Um funeral erótico Para qual esta vestida O perfume dela cheira como Folhas queimando Todo dia é Halloween
Li em 04/06/2017
Final trágico de uma banda muito boa e que no mundo da internet jovem insistia em dizer que a banda só tinha dois discos.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Filmes de maio

Shin Gojira (2016)

http://www.imdb.com/title/tt4262980/?ref_=nv_sr_1
O novo Godzilla japonês, um ótimo filme e mais uma metáfora para o Japão. Se o primeiro Godzilla é um clássico por renovar o cinema japonês com um monstro gigante e ser uma metáfora para o Japão imperialista que deveria morrer, mas nem por isso a sua morte as pessoas ficariam alegres com a sua morte, Shin Gojira (2016) é uma metáfora para o Japão atual e suas decisões sobre o futuro.


Guardiões da Galáxia 2 (2017)

http://www.imdb.com/title/tt3896198/?ref_=nv_sr_2
Excelente, tão frenético e divertido como o primeiro. O filme não tenta reinventar a roda, só faz a roda mais perfeita possível.


Simpsons o filme (2007)

Já tinha visto e vi de novo, o vislumbre da primeira vez passou, é divertido, tem ótimas piadas, mas é só um episódio gigante de Os Simpsons. 


Logan (2017)

http://www.imdb.com/title/tt3315342/?ref_=nv_sr_2
Perdi esse no cinema, mas enfim eu vi, ótimo road movie com mutantes. 


O mordomo da casa branca (2013)

Um daqueles filmes perdidos no NetFlix, muito bom, boa abordagem sobre o racismo, direitos civis e conflitos raciais nos EUA no século XX.


Menino e o Mundo  (2013)

http://www.imdb.com/title/tt3183630/?ref_=nv_sr_2
Esse é aquela desanimação brasileira, não vi nenhuma crítica ruim, na verdade bem pelo contrário, um monte de le blê-blê-blê sobre o filme. Mas como não tinha conseguido nem chegar no final do trailer eu não quis ver. Mas está no programa de ensino dos meus alunos, então o vi.
E não é que me surpreendi? O filme é mais chato, mais parado e mais prepotente do que eu esperava. Ele conseguiu ser pior que todas as minhas expectativas já bastante ruins. A única coisa de positivo que esse filme é ser curto, tem pouco mais de uma hora.   


segunda-feira, 15 de maio de 2017

Bill Nye e sua tentativa de salvar o mundo.


Um tempo atrás, acho que duas semanas, um trecho do novo programa do Bill Nye, Bill Nye Saves The World do Netflix estava sendo comentado no Twitter.

O trecho é esse aqui:

os comentários gerais eram de que Bill Nye agora é um lacrador e deixou de fazer ciência de verdade. Claro que isso já leva para a velha discussão direita x esquerda, lacração, muito perdido e todas essas coisas que escutamos o tempo todo.

Eu admito que estranhei, não achei ruim, mas era bem diferente do que eu conhecia de seu consagrado Eureka. ANtes de escrever qualquer coisa, por isso da demora, tinha que assistir ao programa. Vi o primeiro episódio para ter uma ideia de contexto e então procurei o tal episódio polêmico, mas nem tanto assim, sobre sexualidade. 

De contexto a coisa mudou completamente, Bill Nye Saves The World, que está sendo duramente criticado por não ser o Eureka, não é o Eureka. Não é voltado para o público infanto juvenil como o antigo programa era, não tem tantos experimentos. É mais uma explanação e debate. Não deixa de ser relvante, não deixa de ser didático e não deixa de ser ciência, só não é o Eureka. 

O primeiro episódio sobre aquecimento global foi bastante claro, sem apelação sentimental, direto ao ponto, estamos fodidos se isso não mudar. 

E o tal programa sobre sexualidade? 

Episódio 9. 

Bill faz um monte de trocadilhos sem graça sobre sexo, o que por serem propositalmente sem graça funcionam. O programa mostra uma matéria feita na Coreia do Sul sobre o K-Pop e como isso tem mudado uma sociedade bastante conservadora sobre como homens e mulheres devem se portar. No segmento principal Bill explica a diferença entre sexo, gênero, orientação sexual e auto expressão. Tudo com dados, tudo com embasamento científico. Ele não tira dados do cu para defender uma ideia. Além disso ocorre a animação dos sabores dos sorvetes, debate e a tal música que você já viu ai em cima. Admito que o segmento do debate foi ruim, no programa de aquecimento global ele foi bem mais longo, aqui não houve tempo, mas [e um programa de TV, existe tempo e ele é curto. 

Fora do contexto estranhei, lembrava de Eureka, no contexto faz todo sentido. 

A diferença de lacrar, como eu odeio esse termo fora do contexto original, e de ciência não está no tema, falar de sexualidade não significa lacrar, não deve ser aceito ou questionado imediatamente por isso, deve ser visto, pensado, analisado e comparado, checar dados e fontes, enfim, como deveríamos fazer com tudo. 

Não é só por não concordar ou por um grupo de pessoas exageradas e histéricas falarem daquele tema que deve ser descartado. Não é difícil de checar informações, a internet e o Google estão ai pra isso. 

E sobre o uso de uma música para ilustrar um ponto de vista, isso já acontecia no Eureka. 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O resultado da maratona de filmes de fantasia.

A minha vida é um tanto patética, não vou mentir pra vocês, não tenho lá muito o que fazer. Até os nerds me acham nerds demais. Com esse tempo livre e um gosto duvidoso eu comecei essa maratona, um mês vendo filmes de fantasia dos anos 90 pra baixo. Foquei mais nos Sword & Sorcery, deixei de lado todos aqueles filmes de temática greco/romana, por exemplo.

Consegui chegar na marca dos 27 filmes, comecei bem mais empolgado, mas na ultima semana só terminei de ver um filme e dei a conta por encerrada. Sim, eu poderia ter feito mais se me esforçasse mais ainda, mas acredito que 27 é uma marca notável. Essa já é uma dose 4x acima da letal para a maioria das pessoas.

Vamos as filmes.

Masters of The Universe (1987)
Aquele filme do He-man que decepcionou muita gente, um perfeito exemplo da Cannon Films. O grande motivo pra essa obra prima de gosto duvidoso ser tão diferente do desenho animado é que a licença dele é apenas dos brinquedos, e não da Filmation, que detinha os direitos do desenho animado, além disso o filme tem orçamento ridículo e uma tentativa de ser sério para ganhar o público adulto. 

Esse eu recomendo, ele não é tão Sword  & Sorcery como eu esperava. Só tem de magia o lance transcendental de meditação dos guerreiros e de espada tem bastante, o que rende ótimas lutas. Ele tem um pé na tradição de Conan, um braço no Mad Max e o resto todo no western. Boa produção, boa aventura e  na sua época de filmes de ação. 

The Warrior and the Sorceress (1984)

http://www.imdb.com/title/tt0088379/?ref_=nv_sr_1
Isso é chato e nem ter o  compensa o filme. Parado, mal feito e mais um Yojimbo. 


Desenho francês muito louco, um futuro tão absurdo que magia e tecnologia não se distinguem. A animação é bonita, cheia de belas cores e paisagens, mas o movimento é meio travado. Desenhos para adultos dos anos 80 sempre ofereciam alguma coisa interessante. Recomendo. 
  

Outro que fugiu da regra, tem todos os elementos de uma boa cópia de Conan, Um lutador fortão, uma seita maligna, deserto e porrradaria, mas tudo se passa num futuro Mad Max. Filme italiano. 

Animação dos anos 70 com tudo que essa época pode oferecer de louco. Magia e tecnologia se misturam, com futuro apocalíptico, bem e mal e o medo da guerra nuclear. Tudo que a geração de hippies gostaria num filme. 


Barbarian Queen (1985)
Filme com a Lana Clarckson, no melhor estilo Conan, mas com uma mulher badass. Elenco de atuação duvidosa, lutas e efeitos ruins e um roteiro que envolve violência, ganância e todos os elementos de um bom Sword &Sorcery. Claro, é apelativo e não passa nos crivos atuais do que é politicamente correto, mas como disse, é um Sword &Sorcery de raiz.  

Outra bela animação, algo entre a alta fantasia e o Sword & Sorcery. Um mago, uma unicórnio e uma trama envolvendo um segredo ancestral. A trilha sonora é linda, feita pelo America. Tem uma bela história e uma linda animação.

He-Man e She-ra: O segredo da espada mágica. (1985)
http://www.imdb.com/title/tt0089984/?ref_=nv_sr_1
Outro desenho, esse foi o primeiro filme que vi em um cinema. Mesmo tendo todo aquele lance de um desenho infantil dos anos 80 o Segredo da Espada Mágica é muito bom.

Lana Clarckson volta, mas como outra personagem, agora uma princesa refugiada que vira um tipo de líder das amazonas e pode usar uma espada mágica. Melhor que o primeiro, tem mais identidade própria.

Ator The Fighting Eagle. (1982)
http://www.imdb.com/title/tt0085183/?ref_=nv_sr_1
Os Italianos fazendo Sword & Sorcery são incrivelmente divertidos, pelos motivos errados. Ator é uma franquia daquelas que só fica o nome do personagem e vai se filmando na moda caralha. O primeiro filme é uma história simples de pegue a arma mágica e mate quem matou seus pais. Mas tudo isso é feito de maneira tão torta e incomoda que o filme se torna memorável. 

Uma das franquias mais famosas de Espada e Magia. Sempre com um Deathstalker novo, esse primeiro é bastante Conan, com direito a torneio e uma luta esquisita no final.

Uma das animações mais bonitas que você conseguiria ver na época, com uma história épica do que define um bom filme de Espada e Magia. É gigantesco, imaginativo e épico. 

Agora com novo protagonista, mais para um ladrão do que para um bárbaro. A dupla feita entre Deathstalker e a princesa  são a alam do filme. Esse é meu Deathstalker favorito.

Deathstalker 3 (1988)
http://www.imdb.com/title/tt0097174/?ref_=nv_sr_1
 Na mesma pegada do ladrão guerreiro, mas mais do tipo charlatão. Bastante divertido também. A luta nos muros do forte foi bem legal.

Esse filme mistura um mago demoníaco, um programador de computador e algo como uma versão boazinha de HAL 9000. O filme é uma loucura, mas divertidíssimo. Parece um RPG, como o nome sugere. O filme também tem o nome de Ragewar, mas Dungeonmaster é um nome bem mais legal.

Mais um Ator, esse eu tinha visto quando era criança, e nas minha memórias confundia com Crepúsculo de Aço. O visual do vilão com o capacete cromado e roupa preta é bem legal. O filme é confuso e meio chatinho, mas vale pelas interpretações ruins, efeitos especiais piores ainda e coreografias de luta tiradas da segunda série do primário. O filme é tão pobre que só existem 3 espadas na produção toda. Também conhecido como The Iron Warrior. 

O único filme dos anos 60, bem mais inocente que todo o resto. Bastante recomendável. Um desafio após o outro sendo vencidos por um cavaleiro e o portador de uma espada apelona pra cacete. No Brasil é chamado de As 7 Maldições de Lodac.

Uma continuação do Deathstalker original, a volta do bárbaro com metade do orçamento num filme tão bagunçado e mal feito que fica divertido. O filme usa cenas dos 3 filmes anteriores fora de contexto pra montar uma história. 

Esse bárbaro que tem um lance meio de Tarzan é bem divertido, num filme totalmente Espada e Magia, Beastmaster agrada pelo espírito sessão da tarde, produção acima da média e um bom humor geral. Tem uma ótima dungeon com inimigos que eu colocaria de boa nos meus jogos de RPG.

O mais fraco da franquia, na dúvida e com baixo orçamento leve a aventura para a Terra do século XX. vilão meio bobo e piadas com a vida cotidiana não tão boas, até é assistível, mas se você pular esse e ir para o 3 não perderá muita coisa.


De volta ao bom e velho barbarismo, mais uma dungeon bem legal e boa aventura. Quase tão bom quanto o primeiro.

Esse é bem diferente dos outros, produção britânica da Disney. Mais dinheiro, mas nem uma superprodução. É o único que um mago é o protagonista. A aventura é bem legal e os efeitos até legais para a época. Bastante recomendável.

mais uma vez nossos amigos italianos, e esse é ruim de doer, Thor se passa em algum período estranho da pré história, conhecem o aço, mas não conhecem cavalos. Thor aqui nada tem a ver com o Deus do Trovão, só um aproveitamento do nome. Esse filme é tão ruim e tão errado do começo ao fim que é impossível não se divertir.
Não tem um trailer, mas fiquem com duas ótimas cenas do filme:


Amazons (1986)
Um filme de busca de uma arma mágica, sacrifício e um vilão indestrutível. O filme seria só mais um Sword & Sorcery se não fosse todo protagonizado por mulheres, como o título sugere. Um filme de espada e magia cheio de mulheres dos anos 80, nem preciso avisar de quanta apelação e exagero tem né?
Yor é um filme esquisito, com uma cara de pré história e que depois descamba pra um scifi. A espada em Yor é um porrete ou uma arma laser e a magia é a tecnologia. Inesperado define esse filme. Ele não é exatamente bem feito, mas é de tanta energia criativa que vale ser visto. Note a música tema do herói.


The Archer: Fugitive from the Empire (1981)
Mais uma busca por vingança e uma arma apelona ao extremo. Um bom filme de jornada do gênero, segue a linha clássica, mas é um pouquinho esquecível. Pelo menos tem bastante criaturas mágicas e um arco explosivo que até desatola barcos.

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