quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Shotgun Messiah

365POP2018 Quinta Feira anos 80 

Uma coisa simples hoje, assim espero, só um glam de boa.

Shotgun Messiah é uma banda da Suécia de Glam Metal sem por nem tirar. Está tudo lá, o visual, as guitarras, as letras e o fim nos anos 90 e seu devido esquecimento póstumo. Pelo menos no começo, depois viraram uma banda de rock industrial, mas nem durou muito mais depois disso. A banda foi de 1985 até 1993. Na sua porção Industrial, e único disco assim, a banda não faz feio, é bem legal e uma novidade para quem quer um industrial perdido. 

Vale escutar, pra quem gosta de glam*, é algo, provavelmente, desconhecido. Uma novidade se você cansou de Poison e W.A.S.P. mas quer um pouco mais de glam. 

A discografia da banda até que é grandinha e fácil de achar. (no youtube, nada no Spotify) 














*Isso é todo mundo, só existem dois tipos de pessoas no mundo: As que falam que gostam de glam e as que mentem. Até quem nem sabe o que é glam gosta de glam. Por exemplo, música sertaneja daquelas dos anos 80 e 90, aquilo é só um glam tocado todo errado. é como a tapioca, que é um pastel feito todo errado. Alguém ouviu falar como era um pastel e tentou fazer, mesma a coisa em relação ao glam e  a música sertaneja. 



Links:
https://www.discogs.com/artist/230629-Shotgun-Messiah
https://en.wikipedia.org/wiki/Shotgun_Messiah

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Aurelio Voltaire

365POP2018 Quarta Feira anos 90 



 Eu adoro o som do Aurelio Voltaire. É diferente, autoral e difícil de classificar. Tem um toque gótico, mas também tem toda a coisa vitoriana e renascentista e por isso também tem um pezinho no steampunk e é meio cigano. É uma mistura complicada, bem difícil de nomear, mas muito fácil de escutar. 

Aurelio Voltaire, nascido Aurelio Voltaire Hernández, migrou com a mãe de Cuba para os EUA, e foi lá que descobriu toda a cultura POP que formou sua arte. E por arte entenda mais do que apenas a sua carreira musical, ele também um animador e escritor. E professor universitário de Artes Visuais em Nova York. Opa, esqueci de falar da carreira de ator também, o cara faz de tudo! 

Se você é velho e assistia MTV vai lembrar disso, e olha só, é do Aurelio Voltaire. 


Infelizmente não há nenhum de seus livros em português. Mas a discografia toda é facilmente escutada no Spotify. E não é uma discografia pequena:

(copiado sem dó da Wikipedia) 

A discografia toda é bastante interessante, mas vou destacar o seu álbum mais nerd BiTrektual (2012). Onde temos um monte de músicas com piadas e referências para franquias de ficção científica. Principalmente, mas não só para Star Wars e Star Trek. 

Recomendo muito começar por Riding a BLack Unicorn. 


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

SPC ECO

365POP2018 Terça Feira 2000

SPC ECO, que se lê Space Eco é uma banda de shoegazing formada em 2007 no Reino Unido e como toda boa banda de Shoegazing só é conhecida por quem fuça muito a fundo nesse estilo. A formação da banda é um pouco diferente e mostra como estamos velhos e o tempo passa. E que rock é coisa família também. 

Dean Garcia, ex um monte de coisas, inclusive ex- Curve montou a banda com músicos convidados, participação de amigos e todas essas coisas de projetos alternativos, mas ele quem faz o baixo, guitarra, bateria e a programação eletrônica de quase tudo. E no vocal está sua filha, Rose Berlin. 

SPC ECO tem um EP de 2007, mas sua produção mesmo decolou em 2010 com o álbum 3-D e que hoje totaliza 10 discos. 

E só hoje, revendo o que eu postei em 2011 sobre o disco Where's Neil When You Need Him? que entendi a treta toda. Explico. Em 2011 eu tinha começado esse blog e descobri esse disco inspirado nas obras do Neil Gaiman. eu escutava direto e resolvi dissecar o disco, artista por artista. Alguns foram fáceis, outros nem tanto. Foi o caso da faixa Coraline com Rose Berlin no vocal do então já extinto Curve. Na época eu não entendi qual era a ligação. Não existia uma página sobre o SPC ECO na Wikipedia. Mas em fim, foi por causa desse disco que cheguei nesse Shoegazing legal pra cacete.  

O som é bem legal, mas é um shoegazing bem legal, então se odeia esse tipo de música mais pra escutar alto e no escuro e que invariavelmente alguém virá checar se você está bem e vivo  e se precisa conversar. Como adoro shoegazing, adorei SPC ECO. 









Links:

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Ninja Sex Party

365POP2018 - Segunda Feira - anos 2010

Acabei de perceber que cometi uma grande injustiça, eu nunca escrevi um texto sobre o Ninja Sex Party.

  Dan Avidan e  Brian Wecht se conheceram para um projeto, isso em 2009 em Nova York, o projeto Ninja Sex Party. Dan ficava com os vocais e Brian com o instrumental. Nos clips Dam assume a identidade de Danny Sexbang e Brian de Ninja Brian. Danny Sexbang é o cara que se acha cool, hiper-sexualizado e com muito mais confiança do que deveria. Enquanto Ninja Brian é um homicida psicopata caladão. 

As músicas que geralmente são de shyntpop são engraçadíssimas e um tanto quando erradas no que diz respeito ao politicamente correto, maturidade ou bom gosto. O que só deixa tudo melhor. 

A dupla começou em 2009 e em 2011 apareceu o primeiro disco. Mais legal do que escutar é ver os vídeos. Uma história é contada ai, cheia de piadas. 

As referências da cultura pop usadas junto com as tentativas descaradas sexuais de Danny Sexbang e os assassinatos aleatórios de Ninja Brian e o exagero como explodir o Sol, viajar para o ano de 6969 ou matar todos os presentes, faz dos vídeos e músicas do NSP hilários.  

A banda já tem 5 discos, sendo 3 da comédia habitual e 2 de covers, que mesmo sendo mais sérios e até mais intimistas continuam ótimos. E o novo disco no estilo comédia sai esse ano.

Além do NSP Dan e Brian participam de outros projetos, Starbomb, de paródias sobre vídeo games e participaram da trilha sonora de The Dick Figures: The Movie.

NSP ganhou uma cacetada de prêmios e venderam muito bem nas categorias de comédia. Não vou fazer uma cópia da Wikipedia aqui, mas o link está no lugar de sempre.











Aqui estão alguns, no canal oficial tem muito mais.

Estou pensando seriamente em escrever a classe de personagem Unicórnio Mago para D&D 5.0

Links:
https://en.wikipedia.org/wiki/Ninja_Sex_Party
https://en.wikipedia.org/wiki/Dan_Avidan
https://en.wikipedia.org/wiki/Brian_Wecht
https://twitter.com/ninjasexparty
https://www.facebook.com/ninjasexparty/
https://www.instagram.com/ninjasexparty/?hl=pt-br
https://www.youtube.com/user/NinjaSexParty
https://open.spotify.com/artist/3jsyANBBy6gOZUSQhiGclx?si=X6QiK4r0ReK-QqQs4egYnw

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Jean Shepard

365POP2018 - Domingo - anos 50

Ollie Imogene Shepard mais conhecida como Jean Shepard, (21 de novembro de 1933 - 25 de setembro de 2016), nasceu em Pauls Valley, Oklahoma, mas foi criado em Visalia, Califórnia. Ela participou de uma banda de garota em 1948, Melody Ranch Girls, mas o sucesso só veio quando começou sua carreira solo. Em 1952 gravava seu primeiro disco com 4 músicas. Mas não foi um grande sucesso.

No ano seguinte ela lança, em dueto com Ferlin Husky, a música A Dear John Letter e isso estoura absurdamente. A música meio falada de uma carta de um soldado da Coreia faz enorme sucesso. Em 1955 veio o primeiro disco de estúdio. O qual foi seguido de muitos outros. Até 1981, Jean Shepard gravou 24 discos.
Ela se casou com Hawkshaw Hawkins que morreu em 1963 em um acidente de avião junto com outros músicos. Jean Shepard dá a luz ao filho um mês depois do acidente. Mais tarde casa-se com Benny Birchfield com quem permanece casada até sua morte.

Sua carreira teve idas e vindas de gravadoras e paradas. Mas nos palcos ela continuou por bastante tempo, até 2015.

Ela cantava Country e Honky-Tonk, tudo bem, eu também não tinha a mínima ideia do que diabos é Honky-Tonk até ler na Wikipedia. Honky-Tonk eram estabelecimentos de bar e música frequentados por gente considerada meio fora dos padrões. Como os pianos nesses lugares ficavam meio ruins o ritmo torna-se mais importantemente que a melodia e daí que vem todo o estilo de piano que aparece nos anos 50. O termo também era usado para um tipo de country que valorizava os metais e o violão, comum do Oklahoma e Texas. Esse segundo caso que descreve a música de Jean Shepard. 

Se você quer uma boa música de raiz, e não tem problemas dessas raízes serem  norte-americanas e que seja uma boa trilha sonora para um domingo chuvoso, essa é a sua música.










Links: 

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Yang Xiaoping 楊小萍

365POP2018 - Sábado - anos 60

Ok, fiquei meio obcecado com a música chinesa e taiwanesa dos anos 60. E aproveitando que ontem foi o ano novo chinês, vamos de mais músicas chinesas e toda a dificuldade que é escrever sobre isso.  

Yang Xiaoping  nasceu em 1944 em Xangai  e tinha 11 irmãos, ela era a mais velha. Ela se muda para Taiwan aos 3 anos de idade. Estuda teatro e costura, (nessa parte fique confuso com as traduções automáticas do mandarim pro português) Ela acaba levando mais alguns irmãos para as artes. Ela dança e canta. Começa fazendo isso em shows de caridade, mas acaba chegando ao cinema e tem um número absurdo de discos gravados. 

Ela foi casada 3 vezes, está com o último marido e reside nos Estados Unidos. Olha, vou parar o texto por aqui para não errar, tradução automática de mandarim é tensa demais pra mim. 

A música tem aquela cara de anos 60 com vocal bem recortado, aquele tom brega adorável que todas essas carreiras que duram bastante adquirem e aquele gosto de trilha sonora de filme chinês dos anos 70. é bem legal, meio fossa, mas legal. 







Links:

No Spotify tem tantas entradas diferentes para Yang Xiaoping e  楊小萍 que vou deixar vocês se viraram sozinhos dessa vez. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Flesh Eaters

365POP2018 Sexta feira anos 70

Depois de um post complicado, vamos para a simplicidade do punk. Claro que não, Flesh Eaters é complicada em tudo, até em qual diabos é essa banda. E o som não é o punk vocal, guitarra, baixo e bateria. Tem até saxofone e influência do jazz, rochabilly e western aqui.

Chris D., Chris Desjardins, nascido em 15 de janeiro de 1953 é um poeta punk, músico e crítico de música e até onde sei nunca teve muito sossego. Ele começou uma banda em 1977, mas basicamente era ele decidindo o que acontecia, essa banda, Flesh Eaters, foi uma de algumas bandas que ele teve. Com shows e um EP eles se destacaram no cenário punk em Los Angeles. Tudo estava misturado lá e principalmente os poemas mórbidos e líricos de Chris D.

Em 1980 ele juntou essa galera, segundo relato da época, ele tinha um monte de músicas e ninguém para tocá-las. Ensaiaram por 2 ou 3 semanas e gravaram em 2 dias. Saia o primeiro disco.

No anos seguinte a banda tornou-se fixa, mas só durou até 1983, o que rendeu 2 discos e uma música na trilha sonora do Retorno dos Mortos Vivos (Onde conheci a banda). Chris D. desfez a banda.

Ele continuou no cenário musical, cria outra banda e de uma hora pra outra a rebatiza de Flesh Eaters, e assim os Flesh Eaters voltariam de 1990 até 1993 e gravariam 4 discos e todos produzidos por Chris D. E pra terminar, em 1999 Crhis D. volta com outra formação e continua fazendo isso até hoje.

O som é legal pra caramba, um excelente punk das antigas e cheio de coisas novas pra se explorar. Dá pra deixar tocando e dá pra prestar atenção nas letras. As duas maneiras são divertidas.






Links:
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Flesh_Eaters
https://en.wikipedia.org/wiki/Chris_D.
https://www.discogs.com/artist/257142-The-Flesh-Eaters
https://open.spotify.com/artist/5ldlrliyEwHtj7yTshMOSe?si=GX6-iURZSWeLIXvjWukyvQ


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